Quando um computador apresenta algum defeito de funcionamento, a grande maioria das pessoas logo cogita que a fonte do problema esteja na placa-mãe. E isso não é a toa. Esse componente é de vital importância para o funcionamento de qualquer tipo de computador por ser o responsável por estabelecer comunicação entre a memória RAM, o disco rígido e a placa gráfica, além de outros.

Mesmo que a situação de mal funcionamento não esteja ligada diretamente à placa-mãe, é importante considerar trocá-la eventualmente, principalmente se você quer um desempenho de nível elevado. Porém, se a troca for feita sem considerar algumas particularidades, como modelo, conectores e processador, não haverá nenhum ganho e as chances de se perder investimento e tempo tornam-se altas.

Para que isso não aconteça com você, listamos algumas situações que envolvem a troca de placa-mãe e demos orientações para que você veja em qual delas a sua situação se encaixa melhor e se vale a pena trocar a placa-mãe. Confira!

Placa-mãe estragada

Se for identificado que a placa-mãe realmente está danificada, então é inevitável a troca. Mas, antes disso, lembre-se que o periférico é um elo entre fundamentais engrenagens para a perfomance do computador que se atrela a cada uma delas de forma particular. Ou seja, se você comprar uma similar ou de marca diferente, que apresenta encaixes inapropriados, as conexões não acontecerão e o computador continuará sem funcionar.

Para que isso não aconteça, certifique-se de ter anotado todas as características, tanto da placa quanto dos outros dispositivos que compõem sua máquina. Há situações, por exemplo, que os hardwares são mais antigos e só funcionam se todos os componentes obedecerem a alguns pré-requisitos. Fique atento!

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Sistemas desatualizados e antigos

Caso sua máquina seja antiga, há o risco de que o mal funcionamento da placa-mãe seja apenas “a ponta do iceberg”. Nesses casos, partes conectadas a ela também podem ter atingido o tempo útil de vida e, mesmo com a troca, a máquina não desempenhará seu papel corretamente, pois a probabilidade de o desempenho continuar baixo, com dificuldade para rodar programas leves, é grande. Aí, o melhor caminho é trocar o computador.

Isso porque placas-mãe antigas são cada vez mais difíceis de se encontrar no mercado e o preço delas pode ser próximo ou igual a um computador novo. Se sua necessidade é suprida com máquinas com processadores mais simples, então o preço da placa-mãe pode até superar o seu computador devido aos baixos preços.

Necessidade de computador potente

Por outro lado, se você precisa de um computador com um altíssimo desempenho, o ideal é investir em uma placa mais cara que, com certeza, funcionará por mais tempo. Essas devem ser “future proff”, peças que não se desatualizam rapidamente e, assim, mantém um diálogo com uma nova placa de vídeo que você possa comprar um ano depois. Além disso, os sotaques devem ser recentes, os chipsets robustos, e é preciso ter compatibilidade com memórias de alta velocidade e porta USB 3.0.

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Agora que você já sabe tudo sobre as situações em que vale — ou não — a pena trocar a placa-mãe por uma nova, analise: em qual dessas situações você se encaixa? Conte pra nós através dos comentários!


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