Se você é um aficionado pelo seu smartphone, certamente sabe que um dos pontos fracos do aparelho é a bateria. Com tantos aplicativos disponíveis no gadget, a carga do celular acaba, muitas vezes, sendo consumida em questão de minutos. Porém, quando o assunto é recarregar, os usuários não se contentam com a espera.

Pensando nesse impasse, a startup israelense StoreDot desenvolveu um sistema, de mesmo nome, que pode agilizar o processo de recarga. O projeto consiste em utilizar uma tecnologia avançada, que leva apenas 30 segundos para oferecer energia ao smartphone. Já imaginou a facilidade? Você deve estar curioso para saber mais sobre essa tecnologia, não é mesmo? Confira abaixo como funciona o sistema.

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Recarga em menos de 1 minuto!

A proposta do StoreDot está em otimizar o tempo de espera para recarregar o telefone, mas, ao contrário do que pode parecer, o ingrediente secreto não está no carregador e sim na própria composição da bateria do smartphone. Ela é formada por nano-cristais biológicos semicondutores, que são usados para desencadear um processo químico no carregador, o qual condicionará o direcionamento da energia produzida até o celular.

Apesar de não ser uma tecnologia muito nova, pois há algum tempo já está sendo usada em telas de aparelhos de televisão, ela tem ganhado destaque por ser uma forma alternativa de produção de energia orgânica e, também, por apresentar baixo custo de produção.

Esses materiais são dispostos em eletrodos – que vão armazenar a energia da bateria – e em eletrólitos – que transferem a energia entre os polos positivo e o negativo. A vantagem está na propriedade semicondutora elétrica desses materiais bio-orgânicos, que é relativamente mais rápida do que a usual.

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Ver para crer

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Para realizar o teste,  foi usado um Samsung Galaxy S4.

As desvantagens em comparação com a bateria convencional

Apesar de ser bastante eficaz na demonstração,  há alguns obstáculos a serem ultrapassados. Um deles é o tamanho da bateria do StoreDot, que é fisicamente superior ao do aparelho de teste, e ainda apresenta baixa capacidade de armazenamento de carga, uma vez que descarrega de modo similar ao das baterias convencionais.

Tanto o tamanho do carregador, quanto a durabilidade da energia devem ser corrigidas antes do produto ser comercializado. Uma terceira questão seria o tamanho do próprio smartphone, que precisaria ser modificado para suportar uma longa corrente de energia, durante a rápida injeção de carga. Resta saber se a startup já está pensando em como manter a vida útil dessa energia.

Mesmo com alguns pontos críticos, a iniciativa e o produto são demais inteligentes. Enquanto a StoreDot repensa no modelo para deixar o projeto user friendly, algumas indústrias já demonstram interesse no produto para comercialização. Tudo indica que até o final de 2016 os smartphones poderão ser carregados em poucos 30 segundos.

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Será essa a revolução do mercado de baterias para celulares? Deixe seu comentário e conte para nós se você acha que essa tecnologia vai vingar!


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