Haverá um dia em que, você irá comprar um produto pela internet e este não precise ser entregue em sua casa. Você irá simplesmente imprimir o produto dentro de sua casa, utilizando uma impressora 3D doméstica.

Achou maluquice? Mas isto está mais próximo de acontecer do que você pode imaginar. Isto porque alguns modelos de impressoras 3D estão se popularizando bastante, onde seu custo também sofreu drástica redução, tornando-as mais acessíveis.

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Como funciona uma impressora 3D

Apesar de parecer uma novidade, esta afirmação não é verdadeira. Impressoras 3D são amplamente utilizadas na indústria desde a década de 80, para prototipagem industrial. Isto é, para produção de amostras e conceitos de novos produtos, partes e componentes. É fato que naquela época as impressoras eram enormes e muito caras. Mas cumpriam bem o seu papel.

A primeira impressora 3D surgiu em 1984, criada pelo norte americano Charles Hull. Poucos anos depois, ele fundou a 3D Systems Corp., patenteando sua criação e diversas formas de impressão, bem como iniciando a comercialização da tecnologia. O sucesso foi tanto que a empresa permanece como uma das líderes no segmento até hoje.

Basicamente, uma impressora 3D imprime quaisquer objetos tridimensionais, orientada por um arquivo gerado em um software específico. Este processo se chama Fused Deposition Modeling (FDM) (modelagem por fusão e depósito), e é obtido através da sobreposição de várias camadas de uma resina ou outro material, nas dimensões do objeto desejado.

Nesta etapa o injetor de matéria esquenta e suga um filete plástico que está em sua bobina. Na medida que o material derrete, ele é injetado em uma base, que se movimenta em dois eixos e cria as camadas. O processo então é feito camada por camada, desta forma, quando uma fica pronta, outra se inicia até que o objeto fique totalmente pronto.

Uma vez que é possível gerar um arquivo matriz, pode-se replicar praticamente qualquer objeto. E quando falamos qualquer objeto, estamos falando de qualquer coisa, como por exemplo, imprimir comida, brinquedos, mecanismos montáveis, peças decorativas, além de órgãos humanos e próteses.

Impressora 3D alimentação

As impressoras 3D atuais

Para nossa satisfação, as impressoras 3D tem recebido bastante destaque, tornando-se mais acessíveis, mais compactas e mais velozes. A propósito, um dos grandes problemas das impressoras 3D é a demora para terminar uma impressão. Dependendo do seu projeto, uma impressora poderia levar um dia inteiro para terminar sua tarefa.

Alguns modelos podem ser encontrados por cerca de U$400,00 dólares em suas versões mais simples e limitadss. As limitações dos modelos mais baratos ficam por conta da área total a ser impressa, uma escala reduzida de cores ou até mesmo sendo monocromática e a capacidade de trabalhar com poucos tipos de materiais.

Os materiais mais utilizados nas impressoras 3D atualmente são o plástico ABS (ou Acrilonitrila Butadieno Estireno). Este tipo de polímero é bastante rígido e leve, apresentando um bom equilíbrio entre resistência e flexibilidade e o PLA (ácido poliático), que é um polímetro biodegradável, produzido a partir de ácido láctio fermentado a partir de culturas. Lembrando que eles não são os únicos, mas sim os mais comuns.

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Alguns modelos mais caros de impressora 3D operam com fusão a laser sob materiais como plástico e metal, através de um pó extremamente fino, bombardeado por um laser de alta potência até que entre em ponto de fusão para formar as camadas.

E então, gostou da história e funcionalidades das impressoras 3D? O que acha do produto? Gostaria de ter uma em casa? Participe, deixe sua opinião nos comentários!

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