Já se foi o tempo em que jogos eletrônicos eram apenas um hobby ou um passatempo. Atualmente, algumas pessoas levam os chamados e-sports bem a sério e suas competições reúnem um grande número de apaixonados por games que buscam assistir às partidas ao vivo, sem esquecer da legião de fãs que acompanham as coberturas pela internet.

Entre os principais esportes eletrônicos podemos citar grandes nomes como DotA 2 (Defense of the Ancients), League of legends, StarCraft II e Counter Strike. Sendo o quarto maior consumidor de games no mundo, o Brasil vem apresentando cada vez mais potencial nesse mercado e, com isso, houve um grande aumento no número de pessoas que buscam se tornar experts no assunto.

O que é preciso para ser um profissional em jogos eletrônicos?

O principal ponto é ter um computador gamer que vá te ajudar a vencer aquela partida importante em vez de atrapalhar o seu potencial. Para tal, ele deve possuir alguns critérios: além de não economizar com a memória RAM e placa-mãe, você deve tomar cuidado com a escolha do processador.

Dependendo de sua preferência, ele pode ser crucial na hora de rodar determinados jogos, podendo ocasionar o travamento múltiplas vezes. Vale a pena também investir em uma placa de vídeo, para melhoria da qualidade gráfica e, depois que sua máquina estiver no ponto, é hora de abusar daqueles acessórios bacanas que todo gamer sempre sonhou.

A presença do e-sports no Mundo

É nítido que os jogos eletrônicos vêm apresentando grande repercussão em todo o globo. Se você ainda não está convencido disso, veja só: Faculdades internacionais já começaram a oferecer bolsas de estudos para jogadores de e-sports, onde os estudantes irão competir com outros universitários em jogos como League of Legends. Do mesmo modo, as competições internacionais estão pagando prêmios milionários para seus vencedores, é o caso do Mundial de 2014 de DotA 2, que pagou um total de US$ 10 milhões para os participantes.

Como está o cenário de e-sports no Brasil?

Nos últimos tempos, os jogos eletrônicos vêm tomando uma proporção tão grande que até mesmo uma competição dessa modalidade foi adicionada nas Olimpíadas de 2016 e a transmissão de seus campeonatos já foi feita nos principais canais de esporte do país: BandSports, ESPN Brasil, Esporte Interativo, Fox Sports Brasil e SporTV.

O Brasil é considerado o quinto país com maior premiação total em campeonatos, somando US$ 1,8 milhão e dividido entre mais de 190 jogadores. Como dissemos, em um âmbito internacional, a maior premiação já registrada com e-sports foi o Mundial de 2014 de DotA 2, que deu US$ 5 milhões aos vencedores (totalizando mais de US$ 10 milhões se levarmos em consideração os prêmios entregues aos outros participantes). Sem dúvidas, é um mercado que está em ascensão em nosso país e ainda tem muito a oferecer.

Considerados novos atletas, os jogadores de e-sports possuem contrato com patrocinadores e trabalham até 8 horas por dia montando estratégias e treinando para os campeonatos profissionais. Inclusive, já existem no Brasil as gaming houses, que funcionam como “repúblicas” patrocinadas pelas empresas contratantes. São essas empresas as responsáveis por agitar o panorama do e-sports no Brasil e no mundo.

Se ainda tem dúvidas sobre o crescimento do e-sports no Brasil, basta lembrar que já são realizados eventos gigantescos para fãs acompanharem partidas. Um exemplo deles é o Brasil Mega Arena, que se tornou o maior evento da América Latina nesse segmento.

Vendo que nos cenários norte-americano, asiático e europeu o e-sports já é considerado legalmente como sendo um esporte profissional, basta apenas esperar que em nosso país isso também aconteça em um futuro próximo.

Você tem vontade de ser um atleta de e-sports no Brasil? Então, conte pra gente nos comentários! E não se esqueça de conferir esse artigo se você quiser aprender a montar seu próprio PC para games.

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