A necessidade de estar conectado a todo momento apresenta perigo aos usuários desatentos ou pouco prevenidos. A proteção de dados online deixou de ser exclusiva para quem tem conhecimento técnico para ser tão útil quanto saber trocar o pneu de um carro para um motorista.

Deixar de lado um comportamento mais crítico pode levar seus dados pessoais como e-mail, CPF, RG, contas em bancos e cartões de crédito para as mãos de crackers que os revenderão ou utilizarão para compras. Isso além de prejuízo financeiro causa grande transtorno.

Para ajudar a evitar tudo isso elaboramos uma lista com cinco dicas para proteção online. Continue a leitura e veja quais são elas!

1. Capriche nas senhas

Sabe aquela história de colocar o nome do cachorro como senha do Facebook? Isso nem deve passar mais pela sua cabeça. Deixe de lado qualquer tipo de senha para acesso que remeta a sua vida íntima. Esse tipo de conhecimento pode facilmente ser obtido por meio de redes sociais direta ou indiretamente (pelos seus parentes).

2. Verifique a segurança da rede Wi-Fi

O uso de redes abertas não é recomendado, principalmente para acesso de redes sociais ou contas em banco. As redes sociais entram nesse quesito pois lá estão seu e-mail e informações particulares que podem ser utilizadas para facilitar o acesso em contas pessoais (como vimos no item 1).

Algumas redes Wi-Fi abertas permitem o acesso apenas após o preenchimento de um documento, onde chegam a pedir CPF e e-mail. A menos que seja realmente necessário evite tais redes e desconfie, pois nunca se sabe para onde vão esses dados.

3. Tenha cuidado durante a instalação de softwares

Quem nunca instalou sem querer o mecanismo Ask não é mesmo? Já falamos sobre perigo dos programas escondidos mas nunca é demais relembrar como a desatenção nesses momentos é perigosa.

Grande parte desses agentes são de desenvolvedoras que criam parcerias com o software principal, aquele que você realmente deseja instalar. Contudo, o usuário não vai ficar pesquisando se a parceria é real ou não, sendo o mais indicado a não instalação.

O perigo disso tudo vem da instalação desatenta de softwares (addons e adwares) que alteram seu navegador. Como não se tem a ideia da utilidade deles, fica muito fácil para crackers adicionarem malwares e roubarem informações.

4. Mantenha antivírus atualizados

Hoje em dia não existe desculpa para não se ter um antivírus rodando no computador. Grande parte das melhores desenvolvedoras oferecem proteção gratuita, até mesmo online e em tempo real. Outra medida possível ao encontrar um arquivo suspeito é enviar para sites que fazem o escaneamento e o devolvem com um relatório.

Junto com o antivirus atualizado é fundamental que o firewall esteja ativo. Permissões devem ser dadas apenas aos sofwares que realmente necessitam de tráfego. Por exemplo, digamos que você baixe um emulador de drivers de um site pouco conhecido. Se ele pedir para se conectar com a internet, com certeza você não deve permitir, pois algo está errado.

Caso seu computador seja infectado não se desespere! Há sempre alguma ação a se tomar para reduzir os danos.

5. Preste atenção na extensão dos arquivos

É comum baixarmos livros, revistas e aplicativos na internet. Cada um deles possui extensões próprias como pdf, jpg, wma etc. Quem baixa bastante coisa já se acostumou a verificar a extensão e relacioná-la ao arquivo, mas nem todos têm esse hábito. Ao baixar um arquivo e verificar uma extensão que não condiz com o esperado, rode o antivírus naquele arquivo ou procure outra fonte segura para baixar.

Com essas práticas definitivamente sua proteção de dados online ficará mais efetiva. Apesar de termos deixado de fora, lembre-se de que o bom senso ainda é muito importante. Obviamente, não saia por aí tirando fotos de seus cartões de crédito ou falando sobre suas contas na nuvem.

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