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O padrão USB é um dos mais populares do mundo. Sigla para Universal Serial Bus (que, em português, pode ser traduzido como Barramento Serial Universal), esse conector é compatível com uma infinidade de aparelhos, que vão de câmeras digitais a celulares.

Ao longo dos anos, ele passou por várias evoluções, que deram mais segurança, velocidade e confiabilidade para o padrão. A sua terceira versão, a 3.0, representou um grande avanço para o mundo da tecnologia. Também chamada de SuperSpeed USB (em função das suas taxas de transferência altas), o USB 3.0 foi responsável por um grande ganho na experiência de uso de vários usuários de computadores.

Quer saber mais sobre essa tecnologia? Então veja o nosso texto de hoje e saiba tudo sobre essa tecnologia inovadora!

Por que o USB 3.0 foi criado?

Criada em 1994, a tecnologia USB já passou por várias revisões e se popularizou rapidamente como um padrão aberto para envio e recebimento de dados entre dispositivos. Uma das mais populares é a USB 2.0, presente em hardwares que não demandam grandes taxas de transferência, como webcams e celulares. No entanto, com a popularização de vídeos em alta resolução e outros tipos de arquivos que, em geral, exigem vários megabytes dos sistemas de armazenamento, a criação de um padrão que permite trocas de dados em altas velocidades passou a ser maior.

Diante disso, o grupo de empresas responsáveis pela manutenção do padrão USB criou o USB 3.0, que teve as suas especificações divulgadas em 2008. Pouco a pouco, ela passou a ser adotada em aparelhos, que fazem uso da tecnologia para garantir mais velocidade no envio e recebimento de dados entre dois aparelhos.

Quais são as principais características do USB 3.0

O USB 3.0 possui especificações semelhantes às do USB 2.0, mas com várias otimizações em relação a velocidade, confiabilidade e segurança. As mudanças feitas em relação ao padrão 2.0 otimizaram as seguintes áreas:

  • Taxa de transferência: ao contrário do USB 2.0, que atingia velocidades de até 480 Mb/s, o padrão SuperSpeed permite o envio de dados a até 5 Gbit/s.
  • Capacidade de banda: ao invés de usar apenas um canal para o envio e recebimento de dados, o USB 3.0 utiliza dois canais unidirecionais para envio de informações: um para envio e outro para recebimento de bytes.
  • Gerenciamento de energia: o novo padrão de energia é mais robusto e seguro.
  • Uso do barramento: Novas ferramentas permitem que a comunicação entre dispositivos seja feita por meio de processos mais simples e diretos.
  • Consumo de mídias digitais: o novo padrão permite o streaming de conteúdos multimidia.

Qual o impacto que ele tem no uso de ferramentas de TI?

O USB 3.0 permitiu o uso de novas tecnologias e hardwares mais poderosos. A maior capacidade elétrica, por exemplo, torna mais simples a instalação de equipamentos como NAS, HDs externos e outros dispositivos com alto consumo de energia. Podemos citar, também, a capacidade de envio arquivos em alta velocidade. Assim, é possível executar aplicações de streaming e passar informações entre máquinas com maior facilidade.

A manutenção de várias características do USB 2.0 (como a capacidade de conectar e desconectar aparelhos sem ter que desligá-los e conexão de gadgets em uma única porta com hubs) facilitou a popularização do padrão. A sua evolução, o USB C, passou a ser conversível e começou a ser adotada pelo mercado nos últimos dois anos. Além disso, a retrocompatibilidade com o padrão 2.0 facilita o uso de aparelhos antigos.

E você, já possui um gadget compatível com o USB 3.0? Como é a experiência de uso? Conta pra gente!


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