O armazenamento de dados atingiu contemporaneamente um lugar de absoluta importância. Perdê-los pode significar um adeus a parte de sua memória individual e afetiva, bem como a necessidade de reiniciar uma pesquisa ou um trabalho. Uma das maneiras de preservar a memória virtual é fazer backup. Para ajudar você a entender o backup, escrevemos este artigo que vai destruir cinco mitos que o rondam.

1 – “Qualquer cópia de arquivo é backup”

Nada disso. Se você criar um armazenamento no mesmo computador ficará passível de um dano irreversível, como uma falha de hardware ou mesmo roubo do equipamento, o que significará um “adeus” às cópias. Desse modo, apenas se configura um backup se esse armazenamento for feito em outro lugar, seja físico ou virtual!

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2 – “Eu não preciso de um backup”

Tem certeza? Basicamente, quase todas as pessoas ou empresas que perderam informações acreditavam antes na segurança de seus dados e no fato de seu computador ser resistente a problemas no disco rígido. Aquela história de sempre: apenas acreditamos quando passamos por isso. Por isso, siga aquele ditado: é melhor prevenir do que remediar.

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3 – “Backup é difícil”

Quando se é leigo em informática, paira no ar a sensação de que o backup é uma tarefa extremamente difícil. Hoje, no entanto, ele pode ser bastante acessível a todos os perfis de usuários. Existem programas gratuitos que apresentam uma plataforma simples e autoinstrutiva, que realizam automaticamente uma cópia online dos seus documentos localizados no computador, o chamado backup em nuvem. Entre eles estão o Google Drive e o Dropbox. Outra opção é o Crashplan que na modalidade gratuita realiza a cópia com segurança, mas apenas em ambientes físicos.   

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4 – “Backup é caro”

É possível contratar boas soluções a preços bem camaradas, ou mesmo gratuitas. No entanto, algumas vezes o usuário enfrenta uma dificuldade de atender uma demanda muito alta de espaço. Para isso, você pode optar por duas formas pagas, mas com preço em conta: os serviços de backup em nuvem ou em hd’s externos. A primeira opção pode custar menos de R$10 por mês. Nela estão programas como o Cashplan (gratuito no primeiro mês) que varia de US$ 3,96 mensais, no plano individual, a US$ 8,96, no plano familiar. Outra opção é o Carbonite (gratuito nos primeiros 15 dias) que tem planos anuais de US$ 49,95; bianuais (US$ 89,95 ) ou mesmo trienais (US$ 143,95). Quanto aos hdd’s externos, com uma circulação hoje mais abrangente e em razão da necessidade de competir com armazenamentos em nuvem, estão cada vez mais baratos.

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5 – “Pendrive é backup”

O Pendrive é uma excelente forma de transportar arquivos, por isso pode inclusive ser encontrado na forma de chaveiro. Mas lembre-se: pendrive é para transporte, e não para armazenamento. Eles são, apesar de muito úteis, sujeitos a perdas, roubos e danos. Desse modo, evite ao máximo guardar um arquivo exclusivamente nele, pois ficará suscetível a uma perda irreparável daquele conteúdo.  

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